
Já faz algum tempo que gostaria de comentar sobre este tema, e ao ler um post no blog ” Criar Saber Viver” do meu colega Eduardo Zugaib; chamado: “O Foco não é o Marido da Foca”, me cocei e resolvi publicar o que penso sobre este assunto.
No texto do Zuga, o assunto Foco tem como fim o nosso lado pessoal; neste post o objetivo (Foco) são as chamadas Agências 360 (aquelas que fazem mídia BTL e ATL, produção gráfica, planejamento, marketing e mais uma caralhada de coisas).
Geralmente essas agências estão situadas em pequenas cidades, e a demanda por jobs é escassa, logo é melhor fazer de tudo um pouco.
Mas empresas com (a falta de) esse foco também atuam nas metrópoles e é aí que a coisa fica meio que confusa. Nas grandes cidades também há pequenos nichos de mercado sem dúvida nenhuma, só que o engraçado é que essas agências se consideram preparadas para fazer qualquer tipo de trabalho, no sonho de fisgar um grande cliente (exceção das Áfricas da vida que tem um departamento específico para cada cliente e cada segmento).
Outro dia visitei o site de uma agência 360 de São Paulo e ela coloca à disposição alguns jobs e segmentos em que atua.
Um deles foi a parte de branding. Primeiro ela quer explicar para quem visita o site o que é branding, e depois é possível clicar em um exemplo.
O exemplo que eu vi foi a criação de logomarcas e não um trabalho voltado para os valores que seus clientes querem passar para o seu público alvo.
Uma empresa que não sabe trabalhar nem o foco do seu cliente, não vai nunca saber qual é o seu próprio foco.
Plagiando meu colega Zugaib: Quando o assunto é foco, “de tudo um pouco” e “de nada um muito” significam exatamente a mesma coisa.
0 Respostas para “Agências 360, abraçar o mundo pode não ser bom negócio!!!”