23
jan
12

mais uma empresa capitalizando…#jadeu

20
jan
12

“Menos Luíza, que está no Canadá” empresas capitalizam o meme.

Sucesso da semana, trending topic no Twitter, o meme Luíza no Canadá foi além, (para quem não viu: http://www.youtube.com/watch?v=BVxcWbh9HWE) empresas de idiomas patrocinaram o tt da hastag #luizanocanada, a Yazigi patrocina um joguinho de esqui que foi reprogramado e utilizaram o nome da Luíza. (http://luiza.fuze.cc/).

Anúncios no messenger, e, até a Rede Globo aproveitou a brincadeira e deu a notícia de que Luíza voltou do Canadá.

A garota foi no Globo Esporte e tem matéria no site do GE.

Hoje no portal Terra tem uma matéria com o publicitário do comercial Alberto Acerta (acertou mesmo).

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5567672-EI6584,00-Publicitario+da+Luiza+Fiquei+preocupado+sem+dormir.html

Enfim todos capitalizaram o meme criado por internautas, até a Luíza, que voltou do Canadá.

15
dez
11

AHHHH se pudesse no Brasil

A agência alemã Tribal DDB e Heye & Partners veiculou um comercial do McDonald’s que deixou o concorrente Burger King puto da vida.

fonte: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201112151024_TRR_80611167

03
out
11

Zuar Artistas Esquecidos = Lembrança de Marca

Em 2010 a Skol fez uma campanha em que o apelo era que você pode ser ridículo, mas com uma Skol Litrão pra dividir você é o cara; mesmo que leve o Beto Barbosa pro churrasco dos seus amigos.

A abordagem é engraçada, a construção do personagem ridículo mais os passinhos de lambada e a música “Adocica” deixou o comercial muito bem elaborado, o hit do começo dos anos noventa deixa claro o direcionamento do target (crianças e adolescentes do começo dos anos 90), se torna viralizador, a partir do momento em que as pessoas comentam com os amigos e cantam no trabalho, no bar etc., ou seja, a agência que criou a campanha acertou em cheio.

Este ano outras campanhas surgiram seguindo o mesmo mote.

O Bradesco para divulgar a sua seguradora lançou a campanha “Vai Que…”; em um dos filmes um ladrão rouba um automóvel, e dentro do veículo está o cantor Biafra cantando um dos seus maiores sucessos.

Ele vai cantando até que o ladrão perde a paciência e abandona o carro, entra a locução: “Vai que você não tem um Biafra no seu carro”.

A Fiat lançou o novo Cinquecento e compara o Ricardo Macchi com Dustin Hoffman comparando o tamanho dos dois atores e suas habilidades de interpretação.

A Skol novamente não ficou atrás, dando continuidade à campanha recolocou Beto Barbosa em seu filme, trocando o seu Hit.

Do ponto de vista da propaganda é um sucesso, com certeza vão ajudar nos resultados de seus respectivos clientes.

Já no ponto de vista do indivíduo, como é que fica?

Rosely Sayão comentou no Caderno Equilíbrio da Folha de São Paulo que a imagem que esses comerciais passam para as crianças é de que ser bem sucedido é apenas ganhar dinheiro.

Ela tem razão, se prestarmos atenção nos filmes, os próprios artistas que se depreciam, fico imaginando como o Biafra se sentiu dentro daquele carro se ridicularizando, enfim todos eles.

Alguém pode dizer, “ah mas, eles estão precisando de dinheiro”, mas se rebaixar à esse ponto eu acredito que seja demais, ou talvez não sejam esses comerciais que influenciam a sociedade, mas eles sejam o reflexo do que ela já é.

Se pagou bem, que mal tem?

22
fev
11

Mercado Audiovisual está uma falta de respeito!

Uma carta de desabafo publicado no forum do site Tela Brasileira.

Por Gustavo H M Silva

Eu presenciei uma das piores experiências até hoje no mercado de vídeo após mandar meu currículo para uma vaga aqui. (Tela Brasileira)

Como foi: A vaga era ára de TI, como eu entendo de computador, decidi mandar né, melhor que ficar onde estou, pelo menos vou estar de fato em uma produtora.

Após enviar o e-mail, segundos depois tive resposta por ligação. Após explicar que atualmente eu dou suporte técnico para ilhas de edição apple em um orgão público (arquivo nacional RJ, orgão que abriga todo o conteúdo audio-visual do Brasil… Inclusive filmes e filmes e vídeos e vídeos em super 8, 8mm, 16mm, beta-cam, betamax, 35mm e outros), ouvi coisas como: “Para trabalhar aqui você precisa saber Cinema 4D e Adobe after effects”, e “A gente usa tudo PC porque Mac é muito complicado” e o pior de todos “Teríamos que te ensinar porque ai onde você trabalha (AN-RJ Casa Civil), ninguém faz vídeo de qualidade, a edição é só ficar recortando, é coisa fraca” (posso ter trocado uma ou outra palavra por já ter esquecido a frase exata, mas o sentido foi exatamente o mesmo).

Outros comentários englobaram “editor de vídeo hoje em dia tem que saber 3D e After porque não existe mais isso de só editar” e “não tenho como te pagar dois salários sem você saber aftere 3D, os editores aqui que sabem tudo ganham 1350,00, fica até feio para eles e eles podem reclamar” Outro comentário que nunca vou esquecer é “é, você fazer faculdade de noite realmente prejudica muito…Foi exigido/questionado por ele também:

Capacidade de dirigir gravações quando ele não estive presente

Capacidade de escrever roteiros para as gravações quando necessário

Habilidade de montar e desmontar ilhas lineares e não lineares possibilidade de virar a madrugada quando necessário.

Oras! Estou muito ciente que não sou um profissional de ponta. Não tenho experiência real em produtora, não sou um profissional com nome, não tenho um currículo vasto, porém acho que até mesmo para alguém com tempo de carreira, isso é um ultrage, recomendar (para não dizer criticar) que o funcionário fazer um curso superior em design gráfico é prejudicial para a empresa, pagar o valor de 1350,00 (que é a média salarial para editor de VT) cobrando que ele tenha conhecimentos em 3D entre outros e inclusive insinuando que é necessário virar madrugadas a fio (embora ele não tenha mencionado nadinha de nada sobre adicional noturno, horas extras e etc) é muito complicado. Chegaram a questionar a possibilidade de eu ficar um período sem carteira assinada para saber se eu consigo acompanhar o ritmo.

Eu fico pensando se realmente vale a pena perseguir meu sonho… Eu realmente sou apaixonado por cinema, por vídeo, sou dedicado e estudo muito, mas eu gosto de roteiro, filmagem, direção e edição. Esse ramo ta tendo uma baixa tão grande, mas tão grande, que é um absurdo!

Atualmente, no meu trabalho, fazendo suporte de ilhas de edição Apple (que vamos ser sinceros, nunca da problema… são umas maravilhas, eu praticamente fico parado o dia inteiro) eu recebo DOIS SALÁRIOS + 13,80 DE ALIMENTAÇÃO + PASSAGEM + PLANO DE SAÚDE! É o mesmo salário para algo muito mais suave…

Afinal de contas, qual vai ser o futuro de pessoas como nós, editores, cuja atribuição é editar o vídeo, e não fazer efeitos especiais…

Por favor, eu to falando besteira? eu realmente acredito que o salário oferecido é uma vergonha para o que é cobrado… só eu que to pensando isso? por favor, me deem uma luz!

Os jornalistas reclamam da lei que não torna obrigatório o diploma para exercer o ofício, se organizaram e de forma geral protegeram o mercado.

No audiovisual isso nunca existiu, só querem  mão de obra,  os cursos superiores são menosprezados, a exigência é enorme, os salários defasados.

Isso é brincar com os sonhos de pessoas jovens que estudam RTV.

Cadê as associações e sindicatos dos radialistas?

Por isso abandonei esta área.

O desabafo do Gustavo também é meu.

Antes que eu seja mal interpretado o site Tela Brasileira não é o culpado por nada disso, pelo contrário, é o único veiculo decente para vagas na área e que ainda permite este tipo de discussão à respeito do mercado.

21
fev
11

Audiovisual não é trabalho escravo

Um colega me passou este anúncio no site Tela Brasileira (antes de mais nada o site não tem culpa disso):

Editor de vídeos

Estamos contratando 3 editores de para um job no Carnaval em Salvador.

O trabalho será para uma grande marca de cerveja.

Vamos fazer a cobertura do carnaval desta marca onde faremos captação de Camarote, Blocos, entrevistas com famosos, “Fala povo” além de merchandising para programa de TV.

Todo o material captado será editado em pequenos vídeos de 3 minutos e publicado no site da marca. Temos como obrigação publicar 1 vídeo a cada 15 minutos.

Será uma grande operação na qual realizaremos a captação audio visual com 4 equipes diferentes. Este material chegará até os editores em formato digital (cartão SD) e em fita para digitalização.

Cada editor terá cerca de 30 minutos para editar um vídeo e publicar no site.

Os candidatos que se interessarem devem necessariamente:
- Enviar link de portifólio online
- Ter experiência em final cut demostrando conhecimento em atalhos e na totalidade das funções do aplicativo, pois precisará de agilidade para esta edições em tempo real
- Ter Mac Book Pro com alta capacidade de processamento para ter rapidez na edição
- Enviar curriculo com conhecimentos e experiências
A equipe viaja de são paulo para salvador no dia 3 de março e retorna no dia 9 de março.
Salário R$ 1200,00 pelos 5 dias.

Data limite para se candidatar: 24/02
Obrigado

3 editores apenas e meia hora para postar um vídeo.
Tenho uma sugestão:
Não seria mais fácil ensinar alguns imigrantes ilegais a mexer no final cut?
Montem uma salinha clandestina
Encham de imigrantes
Nos 3 primeiros meses eles não recebem para que possam pagar o macbook.
Fora da realidade isso.
O pior é que vai ter gente que vai encarar e prostituir o mercado.

15
fev
11

Quick Ideas – Recupere Seus Amigos

O site Quase Sexta publicou este case:
A agência Del Campo Nazca Saatchi & Saatchi lançou a campanha Friend Recovery para a cerveja argentina Andes.
A história é baseada na “abdução” daquele seu amigo, parceiro de balada e das bagunças, pelo ser mais possessivo já existente na face da terra: A Namorada! E o que fazer agora que seu amigo está lá com ela e vocês se divertindo mas ainda assim sentindo sua falta? Confira no teaser abaixo!

Cada vez mais o BTL ajudando a construir uma identificação do público com a marca.

02
fev
11

BIC faz campanha Anti Metrosexual!

Já há algum tempo no ar a BIC veicula um comercial de sua lâmina de barbear no intuito de posicionar seu produto para homens comuns, indo na contramão da líder de mercado Gillette que sempre aborda o barbear como algo essencial ao homem, como em seu último comercial em que o cara sai de toalha e creme de barbear no desespero para comprar uma nova lâmina.

já no comercial da BIC eles abordam que o homem tem que ser na medida certa, nem tosco e nem “afrescalhado”.

 

Uma tentativa válida de posicionar suas lâminas, cujo produto é chamado pelos consumidores pelo nome do concorrente.

Assistam:

homem comum, porte físico médio sem pinta de galã.

 

 

 

17
jan
11

Telefonica parte para a Comunicação Integrada

A Telefonica, empresa espanhola das telecomunicações trabalhou por dois anos valorizando o institucional com a campanha “Melhorar Sempre”, uma espécie de mea culpa depois da empresa ficar marcada como a recordista de reclamações no PROCOM. A princípio mostrou as novas estruturas de atendimento, depois  Lázaro Ramos visitava os clientes, mostrando o que a Internet Banda Larga (diga-se Telefonica) mudou a vida das pessoas.

Agora em 2011 os espanhóis partiram para o BTL, sendo parceira da Campus Party, se relacionando diretamente com o público ligado em tecnologia.

Com este trabalho de marketing direto, a empresa pode dar um salto importante na visibilidade de sua marca, colhendo opiniões positivas de pessoas ligadas em tecnologia, ajudando a apagar a má impressão deixada nos últimos anos.

Construir uma marca leva tempo, demanda esforço, desconstruir uma marca leva hoje alguns minutos e refazer o que é perdido requer paciência e uma estratégia focada a longo prazo; são quase dois anos de trabalho, mas tudo interligado.

Primeira Fase da Campanha, mostrando a melhoria no atendimento.

Segunda Fase, Transformações na vida do consumidor.

Terceira Fase, estruturando o maior evento de Geeeks do país.

28
abr
10

Agregar valor a marca, coincidências se tornam grandes oportunidades

A empresa de pagamento digital Cielo lançou este mês a campanha de suas maquininhas de cartão de débito.

Aproveitando a coincidência de que um dos melhores atletas da atualidade é brasileiro e tem o mesmo nome, a empresa consegue agregar valores e ainda associar a pessoa a marca.

Me lembro quando era criança, e o Pelé era o garoto propaganda das Casas Bahia, muita gente pensava até que ele era o dono da rede de lojas.

Em um segmento de b to b como este, agregar uma pessoa vencedora, esforçada e acho que o mais importante; ele é o melhor velocista na natação, dinamismo e velocidade na hora do cliente pagar é essencial no segmento.




 

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