Com a velocidade da informação das mídias sociais e os “broadcast yourself” da vida, as empresas e/ou produtos estão cada vez mais expostas à situações de crise.
Uma assessoria de imprensa tem que dar informações (que pareçam) precisas, esclarecedoras e que tire da reta a culpa da empresa na qual ela é porta voz.
Um caso que me levou a criar esse post foi a morte de uma pessoa assistindo ao filme avatar em 3D. Leiam e prestem atenção em como a informção defende a projeção, e dá uma linha apenas mostrando o outro lado da moeda.
Segue abaixo o texto do G1.
Um homem natural de Taiwan, com histórico de pressão alta, morreu de um derrame provavelmente provocado pela forte emoção de assistir ao blockbuster “Avatar” em 3D, disse um médico nesta terça-feira (19).
O homem de 42 anos, identificado somente pelo sobrenome Kuo, sentiu-se mal durante a exibição do filme no início deste mês, na cidade de Hsinchu.
Kuo, que sofria de hipertensão, estava inconsciente quando chegou ao Hospital Geral de Nan Men. De acordo com o médico-chefe da emergência, Chih Peng Chin, um exame mostrou que ele sofreu uma hemorragia cerebral.
“É provável que o excesso de excitação ao ver o filme tenha desencadeado os sintomas”, afirmou Chin à AFP.
Kuo morreu 11 dias depois de chegar ao hospital.
De acordo com o jornal “China Times”, esta foi a primeira morte ligada ao épico de ficção científica dirigido por James Cameron.
Blogs e sites sobre cinema têm relatado queixas de telespectadores sobre dores de cabeça, tonturas, náuseas e visão embaçada durante as sessões de “Avatar” e de outros filmes ricos em imagens 3D.
Como dá para perceber a notícia defende o filme dizendo que a vítima tinha problemas de saúde, e ao mesmo tempo ressalta as fortes emoçoes da projeção em 3D.
Sem falar que o derrame só foi divulgado 11 dias após o ocorrido e quando alguém morre fica difícil omitir.
3D é impressionante, você não vai morrer, só de uma passadinha no posto de saúde antes do filme e afira sua pressão.







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